A ponta mais frágil: mulheres no Brasil carregam o peso da pobreza de forma dura e desigual
São Paulo, 18 de novembro de 2025.
O Mulheres do Brasil é uma campanha multiplataforma criada por alunos de jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi, com a finalidade de, através das redes e mídias digitais, informar e conscientizar o público sobre o fenômeno chamado Feminização da Pobreza, que afeta principalmente mães solos negras e pardas Brasil afora, além de jovens.
A campanha desdobra-se no YouTube, Spotify, Tik Tok, Instagram e Blog. Nessas plataformas, foram publicadas entrevistas com profissionais, como a advogada e professora de direito da Universidade Anhembi Morumbi, Leila Izidoro, o jornalista e apresentador da CNN Brasil, Iuri Pitta, ambas para o podcast “Pauta Aberta” no Spotify, e a coordenadora de vendas Lohuana Cristo, para o programa no YouTube “Mulheres em Voz Alta”. Estes convidados trouxeram um amplo conhecimento sobre o assunto, abordando esferas legais, políticas e trabalhistas de forma transparente e informativa, além de dados do IBGE, IPEA, CNIS e Ministério do Trabalho sobre a realidade brasileira envolvendo mulheres.
No Blog, foram disponibilizados textos sobre a problemática, sobre a equipe que gerencia a campanha e informações recentes sobre mulheres afetadas por esta realidade. No Instagram, foram vinculadas postagens sobre Feminização da Pobreza, de forma clara, responsável e educativa. Já no Tik Tok, foram apresentados vídeos de divulgação da campanha, com uma linguagem mais informal e popular para atrair jovens, fazendo assim com que este público interaja com a campanha.
A ação se alinha diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, com destaque para o ODS 1 (Erradicação da Pobreza), ODS 5 (Igualdade de Gênero) e ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico). A campanha propõe transformar a realidade da feminização da pobreza por meio de veículos digitais que busquem aumentar o entendimento ao acesso a oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. “A feminização da pobreza não é individual: é resultado de desigualdade salarial, carga doméstica e falta de políticas de cuidado”, comenta Ana Oliveira, social media da campanha. Para mais informações sobre a campanha e como participar, acesse
A campanha visa ser um instrumento de informação que contribua para a mudança desta realidade que afeta tantas mulheres no país.
Contato:
Matheus Henrique, Maria Eduarda Custódio, Bárbara de Jesus, Ana Carolina Batista, Eduardo Ribeiro, João Gabriel Bernardes e Gabrielly Amaral.



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